segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A justiça fala mais alto!




O júri que estava realizando o julgamento de Conrad Murrray decidiu continuar a sessão nesta segunda feira (07/11/11) suas deliberações, depois de um longo debate na sexta- feira sem chegar a um veredicto sobre a responsabilidade do réu na morte do cantor de pop.

A suprema corte de Los Angeles decidiu então que os sete homens e cinco mulheres que compõe o corpo de jurados retomariam os trabalhos para decidir o destino do acusado de homicídio culposo (sem intenção de matar), proveniente de uma alta dose de propofol prescrita por Murray, com o intuito de ajudar Michael Jackson a dormir.

 O advogado do médico, Ed Chernoff, disse ao júri que Murray foi "um pequeno peixe em um tanque sujo", e afirmou que as principais testemunhas do caso conspiraram contra o médico sobre o que ocorreu na casa de Jackson no dia 25 de junho de 2009. A defesa se baseou no argumento de que Jackson era um viciado desesperado, que provocou a própria morte ao tomar mais medicamentos, enquanto Murray estava fora do quarto do cantor, na mansão nos arredores de Los Angeles.

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